13:30

EVOLUÇÃO DOS TRATAMENTOS

Boa Meninas,
 
 
 
 
 
Falamos o tempo todo sobre produtos, tratamentos, mas, pensando um pouco é muito bom ter um pouco de conhecimento daquilo que gostamos e foi pensando assim que resolvi pesquisar e passar pra  vocês um pouco do que vi.
Hoje, vamos de Evolução dos Tratamentos.
 
 
Na antiguidade devido aos recursos da época, as pessoas utilizavam misturas caseiras para limpar e cuidar dos cabelos. Usavam extratos de plantas e essências de rosas e jasmim que eram usados para tratar a calvície, amaciar os cabelos e diminuir a oleosidade dos fios.
No período medieval essas receitas chegaram ao conhecimento ocidental através dos cavaleiros que voltavam das cruzadas.
Conforme foram se espalhando pela Europa, esses preparados ganharam os mais inusitados ingredientes, como rã e banha de urso. Receitas excêntricas à parte, o fato é que, durante a maior parte da Idade Média, os cabelos estiveram esquecidos. Nos séculos XV e XVI eles eram comumente lavados a seco com argila em pó, e depois escovados (FRANQUILINO, 2009).
Através do processo de fervura da mistura de soda cáustica, gordura animal e óleos naturais, foi obtido o processo de saponificação. A origem do que atualmente conhecemos como xampu, só foi possível através desse processo.
O sabão para lavar roupas era o mesmo que lavava os cabelos, e foi usado durante séculos. Em 1890 foi criado na Alemanha, o sabão líquido destinado especialmente a lavagem dos fios de cabelos, mas esta novidade só chegou para a população depois da Primeira Guerra Mundial (1914-18). O produto foi batizado pelos ingleses como xampu, em alusão a palavra hindu “champo” que significa massagear, e era considerado artigo de luxo e usado por poucos.
Em 1914 na Grã-Bretanha, foi introduzido o conceito de “champo” pelo empresário indiano chamado Sake Dean Mahomed. Na cidade inglesa de Brighton, o empresário abriu um estabelecimento conhecido como “Mahomed’s Indian Vapour Baths”. Neste estabelecimento eram oferecidos banhos parecidos com os turcos, mas com massagens terapêuticas. A palavra “champo” já era usada para designar um produto preparado pelos cabeleireiros ingleses mesmo antes que o detergente alemão fosse difundido através da disseminação das massagens capilares.
Esses profissionais no início do século XX, preparavam para aplicar nas cabeças dos clientes uma mistura de ervas, fragrâncias, raspas de sabão que eram adicionados na água e cozinhado.
Os xampus começaram a ganhar mais popularidade com a expansão da indústria de higiene e beleza na Europa e nos Estados Unidos, a partir da década de 20. Em 1934 chegou ao mercado o primeiro xampu com base sintética através da marca Drene, da Procter & Gamble.
Na primeira metade do século XX no Brasil, muitas pessoas ainda lavavam os cabelos com sabão de lavar roupas e para deixar os fios mais fáceis de pentear usavam recursos como banha de porco.
O Centro de História da Empresa Unilever relata que em 1954, a empresa inglesa D & Gibbs, que pertencia ao grupo Unilever, lançou um xampu “capaz de lavar em apenas uma aplicação, sem ressecar os fios como faziam seus antecessores”. Era um xampu apresentado em garrafas que duravam até sete aplicações ou saches para uma única lavagem conhecido como Sunsilk.
No começo da década de 60, a Unilever aportou no mercado brasileiro de xampus, com o lançamento da marca Vinólia. No início, o produto não fez muito sucesso – em parte por causa da embalagem de vidro, nada prática. Em 1966, o Vinólia passou a ser vendido em garrafas de plástico, num período em que os xampus e outros itens de cuidado pessoal começaram a ser comercializados em supermercados. Nos anos 1979 – quando era comum aplicar misturas caseiras nos cabelos, com ingredientes como ovo, abacate e babosa – as mulheres brasileiras conheceram o creme-rinse, novidade que ajudava a desembaraçar os cabelos depois de lavá-los e que seria substituído pelo condicionador, nos anos 1980.
(Fonte:Segredos da Colorimetria)


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Copyright © 2016 Estética Sim , Blogger